O advogado Max Willy Cabral de Araújo recebeu um mandado de prisão da 2ª Vara Mista de Itaporanga, após ser alvo de uma operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), no ano passado.
A decisão foi expedida no último dia 18 de maio e, até a última atualização, o advogado ainda não havia se apresentado á Justiça.
Além do advogado, o Juiz Antonio Eugênio Leite Ferreira Neto, titular da 3ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga, também está sendo investigado pelo Gaeco. O magistrado foi afastado pela segunda vez, em menos de um ano, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).
A decisão, de autoria do desembargador Joás de Brito, tem como base o Processo Administrativo Eletrônico aberto pelo Tribunal de Justiça, onde o magistrado é afastado pelo período de um ano, contados a partir do último dia 24.
Neste período, a 3ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga será comandada, de forma cumulativa, pelo juiz João Lucas Souto Gil Messias, juiz de Direito do 2º Juizado Auxiliar Misto da Comarca de Itaporanga.
O magistrado, pela decisão, ficará afastado até 23 de maio de 2024. As investigações ocorrem sob sigilo.
O primeiro afastamento ocorreu no dia 6 de setembro de 2022, com vigência de seis meses, período no qual foi realizada sindicância sobre a atuação dele no cargo. O motivo do afastamento foi o fato do juiz ter se tornado um dos alvos de de investigação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.
Blog do Hamilton Silva com paraibaja.com.br
Foto: reprodução