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Prefeito de São João do Rio do Peixe, no alto sertão paraibano, terá que explicar ao TCE gastos sem comprovação

O prefeito de São João do Rio do Peixe, Luiz Claudino, foi intimado pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB), a apresentar defesa sobre as irregularidades apontadas no relatório inicial da auditoria realizada nas contas do município referentes ao exercício de 2022. A intimação foi publicada na edição de ontem quarta-feira (17) do Diário Oficial Eletrônico do TCE-PB.

Entre as irregularidades identificadas pelo TCE-PB estão: a realização de despesas sem o prévio empenho, no valor de R$ 2.310.672,88; a aquisição de medicamentos próximos ao vencimento ou com falhas no preenchimento do lote, no valor de R$ 125.227,35; e a contratação de prestadores de serviço para funções que já possuem servidores ou temporários contratados, no valor de R$ 3.374.772,08.

O relatório aponta que o prefeito Luiz Claudino foi o responsável por R$ 1.232.790,62 das despesas sem empenho e por R$ 1.436.752,35 das contratações irregulares de pessoal.

Além dele, também foram atribuídas as despesas irregulares a secretária de educação, Maria Oliveira Gomes Soares, foi responsável por R$ 574.190,60 das despesas sem empenho e por R$ 990.434,34 das contratações irregulares de pessoal. O secretário de saúde, Ronaldo Duarte Dantas, foi responsável por R$ 456.174,18 das despesas sem empenho e por R$ 809.967,39 das contratações irregulares de pessoal. A secretária de assistência social, Helida Larucia de Sá Fernandes, foi responsável por R$ 47.517,48 das despesas sem empenho e por R$ 137.618,00 das contratações irregulares de pessoal. Esses valores correspondem aos pagamentos realizados pela prestação de serviços para os quais a Prefeitura tem servidores ou temporários contratados para os mesmos fins.

Blog do Hamilton Silva com paraibaja.com.br

Foto: imagem da internet

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