A juíza Conceição Marciscano, da 2ª Vara Regional de Garantias, estendeu ontem, terça-feira, 30 de junho, por mais 30 dias, as prisões temporárias do delegado Braz Morroni e dos policiais Eduardo Jorge e Everton Silva. Os três foram presos suspeitos de integrarem uma organização criminosa que desviava entorpecentes apreendidos e roubava drogas de traficantes para vender a grupos rivais além de fornecimento de informações a criminoso para evitar prisão.
A prorrogação das prisões foi solicitada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público da Paraíba. O pleito levou em consideração a necessidade de mais tempo para análise dos materiais apreendido.
Para a Justiça, a complexidade da investigação, o elevado número de dispositivos apreendidos e a natureza dos crimes justificam a manutenção da custódia por mais um mês.
A justiça também negou solicitação da defesa de Braz Morroni para que ele fosse para prisão domiciliar sob a justificativa de que o delegado precisa de cuidados médicos. A magistrada entendeu que não foram apresentados documentos que atestem a ausência de tratamento adequado na Penitenciária Especial do Valentina, onde Braz Morroni está detido.
Mesmo assim, a juíza determinou que a direção da Penitenciária assegure acompanhamento médico.
Da redação com maispb.com.br
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